Degustação Dirigida Com o Enólogo Luis Duarte.

Enviado em: 17/05/2012 às 07:54:56 no canal Eventos

A importadora Licínio Dias traz a Natal para uma degustação dirigida, seguida de jantar harmonizado, o reputado enólogo Luis Duarte, que fará apresentação de seus vinhos importados pela LD, para um seleto grupo de apreciadores. No evento, cujas vagas já foram esgotadas, serão conduzidos em prova os vinhos: Rubrica Branco 2009, Rubrica Tinto 2009, Rapariga da Quinta Tinto 2009, Rapariga da Quinta Reserva Tinto 2009, Herdade dos Grous Colheita Tinto 2008 e Herdade dos Grous Reserva Tinto 2007. O evento acontecerá no Dolce Vita Bistrô, no dia 22 de maio (terça feira próxima), às 19h30min e terá como menu de Entrada: Linguiça de cordeiro Lanila com cebolas glaceadas e torradas de pão de champagne. Primeiro prato: Gadus Morhua grelhado, batatas assadas perfumadas ao alecrim, alho confit, brócolis e azeitonas. Segundo prato: Ossobuco de cordeiro precoce Lanila ao molho de tomates frescos e pappardelle no azeite. Sobremesa: Banana flambada no Cognac, calda de maracujá perfumada com canela, ganache de chocolate amargo e amêndoas crocantes. Sobre o Enólogo: Luis Duarte  (foto) é um dos mais experientes enólogos de Portugal, com quase três décadas de carreira. Moçambicano, formou-se em enologia pela Universidade Tras-os-Montes e vem  assinando alguns dos mais importantes vinhos alentejanos. Conseguiu a proeza de ser o único enólogo eleito por duas vezes como o “Enólogo do Ano” em Portugal e foi colocado pela conceituada revista de vinhos alemã “Der Feinschmecker” entre os seis melhores enólogos do mundo. Em 2007 iniciou um projeto pessoal com vinhas que circundam sua casa, no Monte de Carrapatelo, em Reguengos, criando o "RUBRICA", que homenageia dois amigos e empresários brasileiros, dando-lhes o direito de assinarem o contra-rótulo do vinho. Rubricam esse vinho Licinio Dias (foto) e Luli Dias. O vinho é um blend das castas Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah, Aragones e Petit Verdot. 

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Sobre o Buque do Vinho.

Enviado em: 12/05/2012 às 10:43:28 no canal Curiosidades

O termo buquê, erroneamente usado por muitos adépitos do vinho em degustação, é somente cabível para designar os aromas pertinentes a vinhos envelhecidos, visto que é um fenômeno provocado pela oxirredução e esterificação dos componentes iniciais do vinho. Enquanto os vinhos jovens tem aromas primários (provenientes da variedade da uva) e secundários (provenientes da variedade combinadas com o processo fermentativo), os vinhos em longa guarda apresentam buquê, também conhecido como aroma terciário do vinho, que são aromas de uma oxidação gradual e positiva, desenvolvida ao longo do tempo em adega (10 anos no mínimo), resultando numa mutação química das moléculas odoríferos do vinho, que fazem surgir notas muito complexas de nozes, tostados, cogumelos. couro, etc.

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Degustação Super Premium KMM em Sampa

Enviado em: 08/05/2012 às 15:54:52 no canal Eventos

Fantástica a degustação na sede da importadora KMM, no bairro da Vila Madalena em São Paulo. Sob o comando da diretora da empresa: Marli e do seu gerente comercial: Gilson Silva, o encontro contemplava parceiros comerciais, clientes Vips, jornalistas e blogers do seguimento, com vinhos super especiais em prova aberta, alguns dos quais não me furtarei de citar aqui, dada a excepcional qualidade: Virgin Hills 2002, Sandalford PrenDiville Reserve 2002, Yalumba The R Reserve 2001, Watershed Shiraz 2001 e Giaconda Warner Vineyard Shiraz 2004 (foto), todos australianos entre muitos outros caldos incríveis de países como África do Sul e Nova Zelândia. Depois de provar mais de 20 rótulos distintos, os convidados foram conduzidos ao Restaurante Matterello (próximo à importadora), para um almoço enogastronômico onde todos se confraternizaram. No próximo dia 31 de maio, a importadora e sua parceira comercial em Natal: Adega São Cristóvão, estarão realizando um grande evento, com a presença da senhora Marli, onde serão apresentados alguns dos grandes vinhos australianos do seu portfólio com um jantar harmizado ao final. Aguarde em breve neste blog, maiores detalhes sobre esse evento que promete e terá um número de vagas limitado.

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Degustação Histórica Vertical de Barca Velha.

Enviado em: 07/05/2012 às 07:34:28 no canal Eventos

“Bendito somos, oh Baco! Pela dádiva de poder provar tão raro caldo, nessa rica vertical ‘barcavelhense’, que há de fazer vibrar todos os nossos humanos sentidos. Amém!”

Gilvan Passos 

 Não se pode iniciar uma degustação de tamanha envergadura e importância histórica, onde o sagrado, o místico e o profano permeiam a atmosfera do ambiente, sem uma oração que nos sirva de agradecimento. Afinal, Barca Velha não é vinho, é Barca Velha, um misto de história, lenda, sonho de consumo, referência enológica internacional, além de um grande vinho. Mas Barca Velha é, sobretudo, um símbolo de Portugal, como o é o bacalhau para gastronomia, Camões para a literatura e Cabral para a história lusitana. Foram 06 safras adquiridas da Garrafeira Nacional, em Lisboa, pelos amigos: Elmano Marques, Gustavo Rocha e Armindo Albuquerque, sob a orientação criteriosa do Jaime, excepcional cavista português e proprietário da garrafeira. A princípio cabe dizer que Barca Velha não é um vinho qualquer, mas um vinho lendário, produzido desde 1952, apenas em safras excepcionais, criado por Fernando Nicolau de Almeida, engenhoso enólogo da Casa Ferreirinha, hoje pertencente ao grupo Sogrape, numa época em que o conhecimento e a tecnologia vitivinícola disponíveis, eram de todo, criativa e manual. O Barca Velha foi então o primeiro grande vinho de mesa do Douro, criado à semelhança do Porto Vintage, numa época em que, mesmo o Porto, andava sem crédito. Nascido na Quinta do Vale do Meão, propriedade adquirida desde 1887 por Dona Antonia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, mulher, importantíssima na história do vinho do Douro, a partir de 1999 o Barca Velha passou a ser produzido com uvas procedentes apenas da Quinta da Leda, onde a topografia mais acidentada, o solo xistoso e a menor densidade pluviométrica (300 milímetros de chuva/ano) no Douro Superior, favoreceram a elaboração de um vinho mais fresco, frutado e elegante. Nossa degustação contemplava as safras: 1966, 1978, 1982, 1991, 1999 e 2000, seis das apenas 17 safras produzidas até a presente data em sete décadas deste grande ícone português. Suas castas: Tinta Roriz, Touriga Nacinal, Touriga Franca e Tinto Cão, fermentadas em inox e maturadas por 12 a 18 meses em barricas bordalesas novas, são na seqüência, lotadas e envasadas para envelhecer em Vila Nova de Gaia, passando por sucessivas provas, que podem durar nalguns casos até 12 anos, para serem atestadas como Barca Velha, sendo o critério de qualificação puramente técnico-sensorial. Se não responder por um “Barca Velha”, o vinho é denominado de Ferreirinha Reserva Especial, 2º vinho da casa, ou não, visto que este também só é editado em anos que o valha. Nossa prova, com seis safras ícones, pode ser considerada histórica e até única em território brasileiro, visto que contemplava três gerações de enólogos: Fernando Nicolau de Almeida, José Mª Soares Franco seu sucessor e o atual responsável Luis Sottomayor (foto). A degustação ocorreu às cegas em taças ISO, sendo os três vinhos mais jovens decantados previamente (uma hora antes do serviço), e os três mais velhos decantados no momento da prova para prevenir da oxidação. Participaram do evento 14 confrades que elegeram por unanimidade como vinho da tarde o Barca Velha 1982, ficando em segundo plano o 2000. Minhas impressões tomaram como base o estilo dos vinhos. Os três primeiros servidos: 2000, 1999 e 1991, sobretudo o mais jovem, mostraram mais força, austeridade, fruta, suculência e persistência gusto-olfativa. Já os três últimos tinham uma abordagem mais voltada para a delicadeza, complexidade e sofisticação, com menos persistência gustativa. Surpreendeu-me a safra de 1966 – a mais antiga – que se mostrou mais intensa na cor, aroma e sabor que a de 1978, o vinho menos cotado entre os confrades, Numa prova dessa importância, onde fui convidado a apresentar e servir os vinhos, são muitas as lições aprendidas, dentre as quais destaco a surpreendente longevidade desse ícone, que aos 46 anos de vida (a safra mais antiga), não mostravam sinais comprometedores de oxidação. A degustação ocorreu na Grand Cru Natal, na tarde do último sábado (05/04), depois do que saboreamos um almoço temático (português) com entrada, prato e sobremesa regados a vinhos da terrinha: Alvarinho Soalheiro 2011, Quinta da Romeira 2007 e Chryseia 2006, seguido de um Porto Portal Vintage 2003, entre vários outros rótulos que entremearam os pratos totalizando 15 garrafas numa tarde prá lá de gourmet e memorável.   

 

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Os Números da 16ª Edição do Expovinis Brasil.

Enviado em: 03/05/2012 às 15:46:16 no canal Eventos

É interessante notar o volume crescente de negócios que o Expovinis Brasil vem conquistando ano após ano. Na safra 2012, sua 16ª edição, os números não poderiam ser melhores. Foram mais de 400 expositores, mais de 5.000 rótulos em prova aberta, mais de 30 países representados, mais de 60 vinícolas brasileiras presentes, mais de 20.000 visitantes e mais de 200 jornalistas ligados ao setor. Um detalhe a se observar é a saída das grandes importadoras, que fazem a cada ano ou a cada dois ano a sua própria feira com seus produtores, e o surgimento de novas pequenas importadoras, distribuidoras, exportadores e produtores ainda sem vínculos de exportação com o Brasil. Isso consolida ainda mais o sentido do Expovinis, qual seja um evento fomentador dos negócios do vinho, aproximando cada vez mais a cadeia de produção dos setores que cuidam da comercialização e difusão do produto. 

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Curso de Vinhos na Pousada Enseada dos Amores

Enviado em: 30/04/2012 às 05:59:27 no canal Cursos

Você tem um encontro marcado com o vinho na paradisíaca pousada Enseada dos Amores, na praia do gostoso, litoral norte do Rio Grande do Norte. Uma excelente ocasião para relaxar numa das mais belas praias do litoral potiguar, desfrutando de todo conforto que a pousada oferece e de um completo aprendizado enológico através do "Curso de Introdução ao Vinho e à Degustação". Programa do Curso: Origem, surgimento e difusão do vinho – Vinicultura (a cultura da vinha) e Viticultura (a produção dos vários tipos de vinhos) – Personagens do Mundo do Vinho – Castas viníferas mais importantes – Acessórios indispensáveis ao serviço do vinho - Como comprar, conservar, servir e harmonizar corretamente vinho e comida. Enogastronomia: Ao final de cada módulo, os participantes vivenciarão uma harmonização enogastronômica com três pratos (entrada – prato principal e sobremesa) e três vinhos, baseada nos princípios da Associação Internacional de Sommelier. Degustação de Vinhos:  O passo a passo da degustação de vinhos numa linguagem clara e descomplicada, esmiuçando os aspectos: visual, olfativo, gustativo e tátil dos vinhos espumantes, brancos e tintos, em provas dirigidas às cegas pelo mediador em taça ISO (International Organization Standardization). Formato: Curso apostilado, com apresentação teórica em multimídia e degustação prática de vários tipos de vinhos por módulo, seguida de jantar harmonizado. Detalhes do Curso: Data/Dia: 04 e 05 de Maio de 2012 (Sexta e Sábado) / Local: Restaurante da Pousada Enseada dos Amores / Número de Participantes: Máximo de 08 casais / Horário 1º Módulo: Sexta das 19h30min às 22h30min / Horário do 2º Módulo: Sábado das 19h30min às 22h30min / Mediador: Gilvan Passos – Consultor, colunista e crítico de vinhos, diplomado com Mérito pela: Wine & Spirit Education Trust. Reservas e inscrições pelos fones: (84) 3693-2027 e (84) 3693-2070 – site: www.enseadadosamores.com.br  - Conheça virtualmente a pousada acessando o link: http://www.enseadadosamores.com.br/tour360-02.php

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Degustação Expovinis: Novos Vinhos de Portugal.

Enviado em: 27/04/2012 às 12:39:44 no canal Eventos

Uma primorosa prova, conduzida professoralmente pelo mestre Mario Telles Júnior (foto), membro fundador da ABS-SP e especialista militante da causa do vinho desde 1978, Esta prova tinha por objetivo mostrar alguns dos grandes vinhos lusitanos que despontam no cenário internacional e prometem conquistar os píncaros da glória num breve futuro, tanto da crítica especializada internacional, quanto do público apreciador mais exigente. Iniciamos com o “TOUCAS ALVARINHO 2011”, um espetacular verde do Minho, fresco leve e sedutor, e seguimos com o “QUINTA DA GRANDERA RESERVA BRANCO 2009”, um blend de Arinto 50% com Chardonnay 50%, bem mais formal, fermentado em barrica, com recurso de battonage e 06 meses de carvalho novo francês. Espetacular equilíbrio entre fruta e madeira, rico nos aromas, concentrado, equilibrado e persistente. O terceiro vinho foi o “QUINTA DAS BACELADAS 2005”, um tinto de Cabernet Sauvignon, Merlot e Baga, procedente da Bairrada, com 12 meses de carvalho novo francês, uma estrutura firme, com fruta e madeira bem dosadas, sabor prolongado e deliciosos na boca. “COLHEITA DO SÓCIO TINTO 2006” foi o 4º vinho, também com 12 meses de carvalho francês e mais 12 meses em garrafa, elaborado com as castas: Touriga Nacional, Jaem, Trincadeira e Aragonez. Um vinho intenso com frutas negras, sabor temperado e uma incrível evolução de boca do inicio ao fim. Blend de 80% Touriga Nacional com 20% de Touriga Franca e Tinta Barroca, 14 meses em carvalho francês, austero, intenso, suculento e marcante. “VALLE PRADINHOS RESRVA 2006” foi o 6º vinho, procedente de Trás-os-Montes, com 16 meses de carvalho francês. Um puro Cabernet Sauvignon, não filtrado marcante, suculento e sofisticado. O 7º vinho foi o “HERDADE DE COELHEIROS 2008”, um vinho do Alentejo com 50% de Cabernet Sauvignon, 25% de Trincadeira e 25% de Aragonez, 12 meses em carvalho francês, 30% novo + 12 meses em garrafa. Um vinho que dispensa comentários, dada a qualidade já conhecida dos grandes apreciadores. Encerramos a prova com dois vinhos fortificados, um “MADEIRA” de 36 anos: “TERRANTEZ VINTAGE 1976”, dos quais 21 anos foram em cascos de carvalho, com 90g/l de açúcar, espetacular, e um “PORTO POÇAS VINTAGE 2007”, das castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Tinta Cão, que foi como beber o Douro liquefeito. Para todos os rótulos o mestre Mario Telles deu excelentes sugestões de pratos, mas alguns deles, na minha pessoal opinião, bastavam-se, pela incrível qualidade organoléptica.  

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Top Ten Expovinis 2012

Enviado em: 25/04/2012 às 10:47:45 no canal Eventos

Todos os anos são eleitos os 10 melhores vinhos do Salão Internacional do Vinho “Top Ten Expovinis”, que são escolhidos em degustação cega, pelo júri técnico do evento, contemplando um rótulo em cada categoria: Espumante Nacional, Espumante Importado, Branco Nacional, Branco Novo Mundo, Rosado, Tinto Nacional, Tinto Novo Mundo, Tinto Velho Mundo e Fortificados e Doces. A degustação ocorre em copos ISO e são provados vários vinhos de cada categoria por etapa, para escolha de um único rótulo que a represente. Os vinhos são cedidos pelos expositores da feira, que o fazem livremente no que tange a escolha do rótulo ou dos rótulos que querem ver competindo por categoria. É importante dizer que o painel avaliado pelo júri é o painel disponível para prova, havendo, eventualmente, vinhos até melhores no evento que, por não terem sidos julgados, não estão entre os 10 escolhidos. Fizeram parte da mesa julgadora este ano os convidados: Andrés Rosberg (presidente da Associação Argentina de Sommeliers) e Luiz Lopes (fundador e diretor da Revista de Vinhos de Portugal), que se juntaram aos jurados efetivos do Espovinis: Jorge Carrara (Revista Prazeres da Mesa e site Basílico),José Maria Santana (Revista Gosto), Gustavo Andrade de Paulo (ABS-SP), José Luiz Alvim Borges (ABS-SP), Ricardo Farias (ABS-Rio), Mauro Zanus (Embrapa-RS), Marcio Oliveira (SBAV-MG), José Luiz Pagliari (SBAV-SP e Senac-SP), Roberto Gerosa (Portal iG) e Celito Guerra (Embrapa). A prova foi coordenada por Jorge Lucki e José Ivan dos Santos. Este ano eu participei da degustação na Sala Premium Expovinis para apresentação do resultado e pude provar os vencedores da cada categoria. Espumante Nacional: HABITAT BRUT – Quinta Don Bonifácio – Serra Gaúcha - Brasil; Espumante Importado: CHAMPAGNE LANSON BRUT ROSÉ – Maison Lanson – Champagne – França – Importadora Barrinhas; Branco Nacional: SANJO MAESTRALE INTEGRUS 2010 – Sanjo – São Joaquim – Brasil - Acavitis; Branco Novo Mundo: UNDURRAGA TH SAUVIGNON BLANC 2011 – Viña Undurraga – San Antonio – Chile – Importadora Abflug; Branco Velho Mundo: TRINBACH RIESLING CUVÉE FREDERIC ÉMILE 2004 – Pierre Trinbach – Alsácia – França – Zahil Importadora; Rosado: CHÂTEAU DE POURCIEUX 2011 – Château de Pourcieux – Cotes de Provence – França – Importadora Cantu; Tinto Nacional: TESTARDI SYRAH 2010 – Miolo Wine Group – Vale do São Francisco – Brasil; Tinto do Novo Mundo: BELLINGHAM SMALL BARREL S.M.V. 2009 – Bellingham – Paarl – África do Sul – sem importação para o Brasil; Tinto do Velho Mundo: CASA DE SANTA VITÓRIA TOURIGA NACIONAL 2008 – Casa de Santa Vitória – Alentejo – Portugal - Ingá Vinhos Importadora - Recife; Doces e Fortificados: MADEIRA MEDIUM RICH SINGLE HARVEST 1998 – Henriques & Henriques – Ilha da Madeira – Portugal – Zahil Importadora. Todos dignos de qualquer concurso internacional de ponta.

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Começa Hoje a 16ª Edição do Expovinis Brasil.

Enviado em: 23/04/2012 às 12:35:52 no canal Eventos

Lançada hoje (24 de abril) a safra 2012 do Expovinis - 16º Salão Internacional do Vinho - que terá início logo mais às 13:00 horas no Expo Center Norte (pavilhão azul) em São Paulo. Segundo Domingos Meirelles, diretor da Exponor Brasil, organizadora do evento, “com a economia aquecida, o setor vitivinícola vem apresentando crescimento no consumo, produção, importação e exportação. Em 2011 tivemos um aumento de 11% na comercialização de vinhos finos. Inserido neste cenário, o ExpoVinis tem sido uma importante ferramenta para fomentar e acelerar o contato entre produtores nacionais e internacionais com os principais compradores do mercado brasileiro. Entre as novidades da 16ª edição do ExpoVinis estão as “Rodadas de Negócios”, que têm como objetivo facilitar as relações comerciais e gerar negócios entre expositores e trade. As rodadas vão acontecer nos três dias do evento em um espaço criado especialmente para que produtores nacionais e internacionais se reúnam com os principais canais de distribuição de todo o Brasil. Presentes no evento associações e entidades como: Wines of Chile, ProMendoza, Wines of Argentina, a sul-africana Cape Diamond Wines, uniWines, DGB Vinhas e Vinhos e as chilenas: Concha y Toro, Dehesa de Luna, Arrazuriz e Apaltagua. Do velho mundo Portugal vem representado pelo grupo ViniPortugal, EAP, Fenadegas e pelas Comissões Vitivinícolas Regionais de Lisboa, Alentejo e Beira Interior, além das cooperativas: Agrícola do Távora, Casa Agrícola Alexandre Relvas, Quinta do Vale do Armo, Rocim e Monte Nova Figueirinha. A França terá o Pavilhão Francês. A Espanha contará com vinícolas de Castilla e La Mancha, Bodegas Pinord, Pedro Escudero e com o Conselho Regulador de Navara. A Alemanha será representada por Zimmermann. A Itália será representada pela Câmara Italiana do Rio de Janeiro com produtores da Sicília, Toscana, Abruzzo, Puglia, Veneto, Piemonte, Úmbria, Lombardia, Calábria e Friuli. Os produtores nacionais contarão com o espaço do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), da Associação Catarinense de                Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Arcavitis) e com stands das vinícolas: Aurora, Casa Valduga, Miolo, Pizzato e Pericó. Entre as importadoras algumas presenças serão: Vinho Sul, Abflug, Selecionadores de Vinhos, Calix, Cantu, Del Maipo, Divina Botella, Domno do Brasil, Épice, Hannover, Inovini, Magnubn, Maison des Caves, Obra Prima, Portus Cale, Prima Vinhos, Qualis, Ravin, Viníssimo e Zahil. A ideia é que a cada safra o Expovinis se supere em volume de público e negócio.

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Syrah ou Shiraz? Conheça os Estilos.

Enviado em: 21/04/2012 às 06:40:29 no canal Matérias

Apesar de toda polêmica acerca de sua origem, a Syrah francesa, grafada como Shiraz na Austrália e no novo mundo, é mesmo natural do Vale do Rhône (Ródano em português). Provavelmente estamos falando de uma das castas de uvas tintas mais antigas em evidência no mundo e seguramente da que mais ganha espaço nos vinhedos das várias regiões produtoras ano após ano. Sua terra natal é o Rhône setentrional (norte), local onde a casta reina absoluta, dando notoriedade aos tintos das Denominações Côte-Rotie, Hermitage, Cornas e Crozes-Hermitage, alguns deles coadjuvados sutilmente pela cepa branca local “Viognier”, com o objetivo de aportar equilíbrio e frescor ao vinho. O Côte-Rotie e o Hermitage são os vinhos franceses mais emblemáticos desta cepa, pouco conhecidos do grande público consumidor, mas muito prestigiado pelos apreciadores experimentados. A grafia “Syrah” do francês, corresponde a sua similar “Shiraz” utilizada na Austrália e nos países produtores do novo mundo. O bom Syrah francês caracteriza-se por um vinho longevo, elegante, com aromas e sabores sabidos a pimenta do reino e preta, especiarias e um frutado intenso (frutas negras), além de alcaçuz, couro, caça e notas empireumáticas. Já o estilo australiano (Shiraz), notabiliza-se por frutas negras maduras: framboesas, groselhas, cassis e amora, notas de chocolate e baunilha, sabor mais doce e suculento com mais álcool. A Austrália vinícola granhou prestígio com esta casta através do mítico “Penfolds Grange” (foto), um excepcional vinho, produzido pela Penfolds no Barrosa Valley, mas seus congêneres se sucederam por diversas outras regiões do país, tornando-a a embaixatriz australiana no mundo. Nos vários países onde é produzido: Chile, Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Itália, Portugal, etc. a grafia “Syrah” indica o estilo francês e adota a garrafa borgonhesa usual no Vale do Rhône. Já a grafia “Shiraz” sugere o estilo australiano onde a garrafa adotada é a bordalesa. Em ambos os casos, quando a uva é tratada em terroir adequado, com baixo rendimento, vinificação criteriosa e maturação adequada, o vinho resulta impressionante aos sentidos, seduzindo cada vez mais apreciadores pelo mundo.    

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